Gasoduto Bolívia-Brasil – GASBOL

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Gasoduto Campinas-Rio – GASPAJ
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Obras de Construção e Montagem do Gasoduto Bolívia – Brasil (GASBOL) para a Petrobras, Trechos III e IV. Acompanhamento e vistorias de fases da obra, de acordo com o plano de gerenciamento e controle de impacto ambiental, sempre atuando na prevenção e conscientização do pessoal no intuito da preservação da natureza e redução de acidentes do trabalho e melhorias das condições de trabalho, tanto dos colaboradores quanto a empresa. 

O Gasoduto Bolívia-Brasil, também conhecido como Gasbol, é uma via de transporte de gás natural entre a Bolívia e o Brasil com 3150 quilômetros de extensão, sendo 557 em território boliviano (trecho administrado pela GTB) e 2593 em território brasileiro (trecho administrado pela TBG).

A construção, funcionamento e comércio do gás é regido pelo acordo Tratado de La Paz redigido em 1996. E começou a ser construído em 1997, iniciando sua operação em 1999. Mas esteve plenamente operativo somente em 2010, com o objetivo de que o gás natural chegue a 15% de todo o consumo energético brasileiro. O então presidente Fernando Henrique Cardoso inaugurou as primeiras etapas, ficando sob as presidências Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Vana Rousseff, finalmente a conclusão do projeto iniciado em 1996.

O gasoduto tem seu início na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra e seu fim na cidade gaúcha de Canoas, atravessando também os estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, passando por cerca de quatro mil propriedades em 135 municípios.

Em São Paulo, o traçado acompanha o rio Tietê, chegando a Campinas, onde se encontram as indústrias que, em 1999, foram as empresas pioneiras na utilização do gás natural boliviano. O trajeto é estratégico, pois passa por uma área responsável por 71% do consumo energético brasileiro, 82% da produção industrial do país e 75% do PIB.

Até a construção do gasoduto, terminado em 2010 – (ANP), no estado de São Paulo, somente a capital e alguns municípios adjacentes faziam uso do gás natural nacional, extraído das plataformas submarinas de Campos (no Rio de Janeiro) e de Santos, no litoral paulista. Este sistema já se encontra conectado ao duto do gás boliviano através de uma conexão nas cercanias do Vale do Paraíba. O gás natural de Campos, após alimentar alguns municípios na área de São José dos Campos, é direcionado à rede paulista pelos dutos que correm paralelamente à via Dutra e o de Santos sobe a Serra do Mar, em direção à zona industrial da região metropolitana. Em novembro de 2008, na cidade de Gaspar, em Santa Catarina, houve um rompimento do gasoduto em decorrência das enchentes ocorridas na região do Vale do Itajaí.

FOTOS DO PROJETO

 

 

 

 

 

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BOOK REV 6 FEV 2003 6

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