Já ouviu falar da Síndrome de Gabriela?😅😕

É um termo derivado da música de Dorival Caymmi que diz: “eu nasci assim, eu cresci assim, eu vivi assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim.”

Existem inúmeras pessoas que levam o lema a sério, inclusive no meio corporativo. São aqueles profissionais inflexíveis, que se recusam a mudar, que acreditam que as coisas devem ser feitas do seu jeito.

Essas pessoas possuem dificuldade em aceitar a opinião dos outros, que não se adaptam à novas ideias e que não saem da zona de conforto. Quer uma dica? Não seja essa pessoa!

Dúvidas? Deixe nos comentários.😉

Consequências da Síndrome de Gabriela

Esse tipo de conduta traz consequências negativas, não apenas para o profissional, como também para a empresa. Conheça algumas delas:

  • Prejudica o desenvolvimento profissional do colaborador;
  • Gera baixa performance do indivíduo e da equipe como um todo;
  • Minimiza as oportunidades tanto do profissional, quanto da organização;
  • Afeta o relacionamento interpessoal;
  • Provoca queda nas entregas de resultado da empresa;
  • Resulta em baixo crescimento da organização;
  • Traz exclusão do mercado de trabalho;
  • Gera queda da autoestima.

Nenhuma mudança é verdadeiramente fácil, porém, a pessoa deve ter em mente que tal habilidade é necessária para o crescimento, tanto pessoal, quanto da empresa em que ela trabalha. E o que faz um indivíduo ter tanta resistência às mudanças?

Um fator é o pensamento a curto prazo, pois o profissional não consegue planejar e visualizar a sua carreira em um momento futuro e como a mudança pode ajudar no seu desenvolvimento.  

Outro fator diz respeito ao medo. Medo de mudar e as coisas darem errado, medo de não conseguir, medo da frustração, medo de arriscar, medo do que os colegas de trabalho vão pensar, medo de não ser aceito, medo de receber críticas, medo das novas experiências, medo do futuro, medo da incerteza, medo da insegurança, medo de não superar às expectativas da empresa.

Como vencer a Síndrome de Gabriela

E afinal, como vencer todas essas barreiras, ser um profissional aberto à mudança e garantir crescimento de carreira e diferenciação de mercado? O primeiro passo deve ser dado pela empresa, a mesma precisa:  

  • Garantir aos colaboradores, comunicação holística entre todos os setores;
  • Fortalecer o pensamento estratégico;
  • Ter uma liderança mais preparada;
  • Gerar oportunidades;
  • Proporcionar a participação de todos nas tomadas de decisão;
  • Fornecer capacitação de desenvolvimento profissional;
  • Definir de forma clara quais são os planos e expectativas organizacionais;
  • Fornecer feedbacks construtivos;
  • Criar um clima interno de motivação.

Por parte do colaborador, o mesmo deve desenvolver autoconhecimento e assim, identificar quais são suas qualidades e pontos de melhoria, quais são suas limitações profissionais e o que vem o impedindo de mudar e crescer na carreira. Essa autoanálise garante que o colaborador possa alterar hábitos, comportamentos e posturas que o tornaram inflexível e resistente à mudanças.

Ao repensar suas atitudes, a pessoa consegue ter uma visão holística de toda a sua carreira e assim, identificar e mudar sua postura. A alta competitividade do mercado, o avanço das tecnologias, a rápida comunicação e a globalização, exigem que o colaborador aceite correr riscos.

Para se destacar no meio profissional, a pessoa precisa ser ágil, dinâmica e até mesmo errar, mas o mais importante, ela precisa ter uma excelente capacidade de adaptação às constantes mudanças do mercado, isso garantirá não apenas seu crescimento profissional, como também desenvolvimento da empresa em que trabalha e diferenciação de mercado.

E você, possui a Síndrome de Gabriela?

Tem outras dicas para acabar com esse mal?

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